domingo, 19 de abril de 2015
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Luiz Bacci bate recorde de share no “Balanço Geral” e atinge 7 pontos
O apresentador Luiz Bacci está com tudo nas manhãs da Record. O apresentador assumiu o “Balanço Geral” das manhãs há poucos dias e já elevou a média do programa, que até então, sob o comando de Fabíola Gadelha, oscilava entre 2 e 3 pontos.
Nesta quinta-feira, dia 16, não foi diferente. O programa seguiu a tendência das edições anteriores e manteve 3.8 pontos de média, na vice-liderança isolada, com o dobro do SBT, que ficou com apenas 2.1, e mais que o quadruplo da Band, que marcou 0.6.
O
programa, apesar de ter começado com 0.7 ponto, iniciando logo após a
programação religiosa, ainda atingiu 7.2 pontos de pico, ficando a 1
ponto da Globo. A atração jornalística ainda bateu recorde de share, com
19.3% de participação no horário.
Exibido
logo em seguida, o “SP no Ar”, apresentado por William Travassos,
manteve a tendência de crescimento e atingiu 6 pontos de média, recorde
anual do programa. Enquanto isso, a Globo liderou com 7.4 pontos e o SBT
ficou em terceiro, com 2.6.
A atração ainda atingiu pico de 7 pontos e ficou 7 minutos na liderança, com share de 23.8%. Cada ponto na Grande São Paulo equivale a 67 mil domicílios. Os dados são preliminares, podendo sofrer alterações no consolidado.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Ministério Público Federal quer tirardo ar Spring Televisão S/A
O Ministério
Público Federal quer suspender o uso do canal aberto antes ocupado com a
programação da MTV Brasil. Em ação cautelar apresentada à Justiça
Federal em São Paulo, o órgão afirma que o grupo Abril vendeu
ilegalmente a concessão da frequência à Spring Televisão S/A.
O fechamento do negócio aconteceu em dezembro de 2013, após a devolução
da marca da MTV para a Viacom.
Que lançou um novo canal na TV por assinatura. Estima-se que o montante pago para a Abril pelo Grupo Spring tenha sido de 290 milhões de reais.
Porém,
o negócio seria ilegal pois ocorreu sem o aval do Ministério das
Comunicações e com dispensa indevida de licitação, o que é contra a lei
nº 4.117/62 e o Decreto nº 52.795/63, que vedam a cessão do direito de
uso da outorga a terceiros, cabendo exclusivamente ao concessionário a transmissão da programação.
Toda
autorização para uma empresa privada explore as frequências deve ser
feita mediante concorrência pública. O processo contra a Abril e a
Spring também prevê à proibição de que novas licenças de TV sejam
outorgadas às duas partes. Os procuradores querem que toda a
documentação referente à negociação seja apresentada perante a Justiça
Federal.
Com mudanças em “Babilônia”, Inês se transforma em Nina de “Avenida Brasil”
Em nova fase de “Babilônia”, Inês se transforma em Nina de “Avenida Brasil”
(Foto: Globo/Tata Barreto)
(Foto: Globo/Tata Barreto)
Inicialmente
despontando como promessa de ser uma vilã implacável, que atormentaria a
vida de sua “amiga” Beatriz (Gloria Pires), Inês (Adriana Esteves)
agora se tornou uma espécie de justiceira. Uma mulher em busca de
justiça contra alguém que destruiu sua vida no passado. No caso, o pai
de Inês se matou por causa de Beatriz.
Com as mudanças promovidas
pela Globo no enredo de “Babilônia”, ficou prometida para ter início no
capítulo desta segunda-feira (13) uma nova fase de Inês, que ficará
parecida com Nina/Rita (Débora Falabella), a garota sofredora obcecada
em se vingar da inescrupulosa Carminha, vivida pela própria Adriana
Esteves, em “Avenida Brasil” (2012), que é o maior sucesso da faixa das 21h nos últimos tempos.
Em
“Babilônia”, Inês quer se vingar de sua “amiga”, porque quando as duas
eram adolescentes, o pai de dela foi seduzido pela ninfomaníaca Beatriz,
acabou preso e se matou. Inclusive, o segredo sobre o passado das duas
foi revelado antecipadamente na tentativa de estancar a queda de
audiência da trama, que já acumula a pior média da história do horário
das nove.
.
A
obsessão de Inês por Beatriz, que antes era motivada pela inveja da
elegância e do status da “amiga”, agora será justificada por seu desejo
de vingança. Antes tida como vilã, a advogada agora passa a ter ares de
heroína às avessas, que tem suas maldades explicadas pelo sofrimento do
passado, e a vontade de fazer justiça.
Inês,
que começou a história sendo frustrada e com uma verdadeira obsessão
pela amiga de infância, agora se torna uma pessoa injustiçada em busca
de vingança. No entanto, a mudança no perfil da personagem pode não ser
bem aceita pelo público, que gosta de ter a vilã e uma mocinha. Na nova fase, Inês está em meio termo.
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